O divórcio é um momento delicado e, muitas vezes, cercado de inseguranças, dúvidas e receios. Apesar disso, o processo não precisa, obrigatoriamente, ser marcado por conflitos intensos ou longas disputas judiciais. A legislação brasileira oferece diferentes caminhos para a dissolução do casamento, e escolher o mais adequado faz toda a diferença.
Atualmente, o divórcio pode ser realizado de forma consensual ou litigiosa. No divórcio consensual, ambas as partes entram em acordo quanto à divisão de bens, guarda dos filhos e pensão alimentícia, o que torna o processo mais rápido, menos oneroso e emocionalmente menos desgastante. Já o divórcio litigioso ocorre quando não há consenso, sendo necessária a intervenção do Judiciário para a tomada das decisões.
Quando há filhos menores, a atenção deve ser redobrada. Questões como guarda, convivência e pensão precisam ser tratadas com responsabilidade, sempre priorizando o bem-estar das crianças.

O acompanhamento jurídico é essencial para orientar sobre direitos, deveres e possibilidades legais, evitando decisões precipitadas ou prejuízos futuros.
Buscar orientação profissional desde o início do processo ajuda a reduzir conflitos, garantir segurança jurídica e conduzir o divórcio de forma mais equilibrada e humana.
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